Sábado, 4 de Julho de 2009
Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
OpenOffice.org no Ubuntu 8.04
A última versão LTS (Long Term Support) do Ubuntu (8.04) instala por defeito a versão 2.4 do OpenOffice.org. Neste artigo vou descrever uma forma simples de instalar a última versão, a 3.1, lado a lado com a versão 2.4.
Para começar, é necessário fazer o download da nova versão a partir do site do OpenOffice.org. As versões com localização para Portugal estão aqui. Deverá ser feito o download do .tar.gz com os pacotes .deb (estão disponíveis pacotes para 32 bits e 64 bits - se não sabe a diferença, o mais provável é que tenha instalada a versão 32 bits).
Com o download feito, falta agora descomprimir o ficheiro, para obter todos os pacotes .deb que terão que ser instalados. Julgo que a forma mais rápida de o fazer é abrir um terminal, posicionar-se no directório para o qual efectuou o download e utilizar o comando tar (alterar a localização e nome do ficheiro de acordo com o seu caso):
cd $HOME/Área\ de\ Trabalho/
tar xvfz OOo_3.1.0_LinuxIntel_install_pt_deb.tar.gz
Para finalizar, instalam-se todos os pacotes com:
sudo dpkg -i *.deb
Todos os ficheiros são instalados em /opt/openoffice.org3, deixando intacta a instalação da versão original, que está em /opt/openoffice.org.
Para testar a instalação, pode-se correr o seguinte comando:
/opt/openoffice.org3/program/soffice
Irá aparecer um ecrã onde pode ser escolhido o tipo de ficheiro que se quer criar. De acordo com a escolha, a aplicação necessária para o seu manuseamento será iniciada. Pode-se também iniciar cada uma das aplicações individualmente, tal como acontece com a instalação por defeito. Todos os executáveis estão em /opt/openoffice.org3/program. Para iniciar o processador de texto, será necessário correr o seguinte comando:
/opt/openoffice.org3/program/swriter
Fica a faltar o corrector ortográfico. Para tal, basta visitar o site de extensões para o OpenOffice.org (que funcionam de uma forma semelhante aos extras do Mozilla Firefox). Todos os dicionários estão nesta página, o que me interessava, Português Europeu está aqui. Para instalar o dicionário basta fazer o download do ficheiro (com extensão .oxt), abri-lo com o OpenOffice.org 3 e reiniciá-lo.
Para facilitar o acesso ao OpenOffice.org 3, o melhor será criar um link no menu. Pode-se optar por criar apenas um a apontar para o executável soffice, que irá abrir o ecrã que permite seleccionar o tipo de documento que se pretende criar, ou um por cada uma das aplicações. O editor do menu está disponível em Sistema > Preferências > Menu Principal.
Apesar deste post ser um pouco longo, todo o processo é bastante simples. Como não interfere com a instalação já existente, permite utilizar a nova versão do OpenOffice.org sem comprometer a actualização do Ubuntu para a próxima versão LTS.
Para começar, é necessário fazer o download da nova versão a partir do site do OpenOffice.org. As versões com localização para Portugal estão aqui. Deverá ser feito o download do .tar.gz com os pacotes .deb (estão disponíveis pacotes para 32 bits e 64 bits - se não sabe a diferença, o mais provável é que tenha instalada a versão 32 bits).
Com o download feito, falta agora descomprimir o ficheiro, para obter todos os pacotes .deb que terão que ser instalados. Julgo que a forma mais rápida de o fazer é abrir um terminal, posicionar-se no directório para o qual efectuou o download e utilizar o comando tar (alterar a localização e nome do ficheiro de acordo com o seu caso):
cd $HOME/Área\ de\ Trabalho/
tar xvfz OOo_3.1.0_LinuxIntel_install_pt_deb.tar.gz
Para finalizar, instalam-se todos os pacotes com:
sudo dpkg -i *.deb
Todos os ficheiros são instalados em /opt/openoffice.org3, deixando intacta a instalação da versão original, que está em /opt/openoffice.org.
Para testar a instalação, pode-se correr o seguinte comando:
/opt/openoffice.org3/program/soffice
Irá aparecer um ecrã onde pode ser escolhido o tipo de ficheiro que se quer criar. De acordo com a escolha, a aplicação necessária para o seu manuseamento será iniciada. Pode-se também iniciar cada uma das aplicações individualmente, tal como acontece com a instalação por defeito. Todos os executáveis estão em /opt/openoffice.org3/program. Para iniciar o processador de texto, será necessário correr o seguinte comando:
/opt/openoffice.org3/program/swriter
Fica a faltar o corrector ortográfico. Para tal, basta visitar o site de extensões para o OpenOffice.org (que funcionam de uma forma semelhante aos extras do Mozilla Firefox). Todos os dicionários estão nesta página, o que me interessava, Português Europeu está aqui. Para instalar o dicionário basta fazer o download do ficheiro (com extensão .oxt), abri-lo com o OpenOffice.org 3 e reiniciá-lo.
Para facilitar o acesso ao OpenOffice.org 3, o melhor será criar um link no menu. Pode-se optar por criar apenas um a apontar para o executável soffice, que irá abrir o ecrã que permite seleccionar o tipo de documento que se pretende criar, ou um por cada uma das aplicações. O editor do menu está disponível em Sistema > Preferências > Menu Principal.
Apesar deste post ser um pouco longo, todo o processo é bastante simples. Como não interfere com a instalação já existente, permite utilizar a nova versão do OpenOffice.org sem comprometer a actualização do Ubuntu para a próxima versão LTS.
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009
40 anos de UNIX
Este ano marca o 40.º aniversário do UNIX, o Sistema Operativo que inspirou o desenvolvimento do GNU. A ComputerWorld tem alguns artigos onde resume a história do UNIX (com alguns pormenores extra numa timeline) e traça uma breve referência à intervenção algumas das figuras chave.
Para quem quer uma timeline mais pormenorizada, que envolve também sistemas UNIX Like, podem consultar esta página.
Para quem quer uma timeline mais pormenorizada, que envolve também sistemas UNIX Like, podem consultar esta página.
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Sábado, 6 de Junho de 2009
Mais uma utilidade para o Google Books
Por vezes deparo-me com ferramentas verdadeiramente interessantes. Hoje andava a percorrer novamente o Google Books e pela primeira vez pesquisei um livro que não é técnico, Norwegian Wood e, para minha surpresa, apareceu um mapa exibindo alguns dos locais referidos na obra.
Muito interessante...
Muito interessante...
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