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Domingo, Março 04, 2007
Para quem tem tido problemas com o gaim 2.0beta3.1 que vem por defeito com o Ubuntu (como, por exemplo, este estar sempre a bloquear, especialmente quando estão a trocar mensagens com alguém que tem uma determinada versão de um outro cliente) e querem instalar a última versão sem inviabilizar a actualização para a próxima versão da distribuição ao instalarem um pacote de terceiros (do qual se desconhece a qualidade), têm a alternativa de o instalarem na vossa directoria home. Vou aqui indicar, de forma breve, os passos a tomar.
Em primeiro lugar, é preciso ir buscar as sources à página do gaim e instalar os pacotes básicos para a compilação de software, para o qual julgo só ser necessário instalar o build-essential (podem ser necessários mais pacotes): sudo apt-get install build-essential O passo seguinte é instalar as sources da biblioteca GNU TLS. Em poucas palavras, esta fornece uma camada de encriptação, necessária para a comunicação segura com o servidor de mensagens instantâneas (para quem quer uma descrição mais completa, pode visitar a página oficial): sudo apt-get install libgnutls-dev Agora que já temos todos os componentes, basta descompactar o ficheiro que retirámos do site do gaim, compilá-lo utilizando as opções referidas a seguir e fazer a instalação: tar xvfz gaim-2.0.0beta6.tar.gz cd gaim-2.0.0beta6 ./configure --prefix=$HOME --enable-gnutls=yes make make install O último comando vai criar duas directorias na nossa home: bin e lib. Para executar o gaim, faz-se: /home/oseulogin/bin/gaim E já está! Um plugin muito útil é o guifications, que faz aparecer no canto do ecrã uma mensagem de aviso cada vez que alguém, por exemplo, se liga ou desliga. Pode-se fazer o download das sources aqui. Agora resta descomprimir o pacote e compilar, há semelhança do que já se fez acima: tar xvfz gaim-guifications-2.13beta6.tar.gz export PKG_CONFIG_PATH=$HOME/lib/pkgconfig ./configure --prefix=$HOME make make install E pronto! Já temos o gaim e o guifications instalado. Etiquetas: bits, linux, softwarelivre, tutoriais Domingo, Janeiro 14, 2007
Julgo que não é só a mim que me acontece frequentemente, enquanto escrevo num processador de texto, sem querer dar um ligeiro toque no touchpad... conclusão: o cursor muda de sítio e começo a escrever algures noutro ponto do documento.
Felizmente existe um pequeno aplicativo que se pode utilizar no GNU/Linux, que se chama syndaemon. Este permite definir um intervalo de tempo desde o momento em que se premiu a última tecla, até ser permitido um click utilizando o touchpad. Para o utilizar, basta acrescentar uma linha no ficheiro de configuração do X.Org, e executar o syndaemon com determinados parâmetros. Vou então começar pelo /etc/X11/xorg.conf, onde é preciso encontrar a secção Input Device, e acrescentar a opção SHMConfig com o valor on, como exemplifico a seguir: Section "InputDevice" Identifier "Synaptics" Driver "synaptics" Option "Device" "/dev/input/mice" Option "Protocol" "auto-dev" Option "Emulate3Buttons" "yes" Option "SHMConfig" "on" EndSection Agora é necessário reiniciar o X.Org. A forma mais rápida de o fazer, é premindo ctrl+alt+backspace (antes de executar esta combinação de teclas, é importante não esquecer guardar todos os documentos que estejam abertos). Após entrar novamente no X, abre-se um terminar e executa-se o seguinte comando: syndaemon -i 1 -t -d O parâmetro -i 1 especifica que o sistema deve esperar um segundo desde o momento em que é premida a última tecla, até permitir um click no touchpad (se não indicar nada, o programa irá assumir dois segundos). O parâmetro -t indica que apenas deve desabilitar a possibilidade de fazer click e scrolling, isto é, vai permitir apenas que o cursor se mova, sem realizar qualquer outra operação. Por fim, parâmetro -d indica que o programa deve ser executado como daemon (isto é, vai correr em background). Há mais opções que podem ser lidas utilizando o comando man syndaemon. Se quiserem que esta aplicação corra cada vez que entram no gnome, têm que acrescentar o comando indicado à lista de aplicações iniciadas no arranque, ao qual se pode aceder, geralmente, através do menu System -> Preferences -> Sessions. Etiquetas: bits, linux, softwarelivre, tutoriais Sexta-feira, Agosto 08, 2003
Coloquei o meu scanner a funcionar no Linux. Ainda mantinha um 486 com o windows95 para o poder utilizar... mas enquanto andava a ver uma outra página, onde aparecem já as gsmart mini 2 e 3 suportadas como webcam, http:// spca50x.sourceforge.net, resolvi ir à página do SANE, para ver se haviam novidades em relação ao meu scanner... e existiam.
Se possui um destes scanners, leia o resto do artigo, onde explico muito resumidamente os passos necessários para que também possa utilizar o seu HP ScanJet 3400C no Linux. O primeiro passa é dirigir-se a http://home.kabelfoon.nl/~bertrik/hp3300c/ hp3300c.html e fazer o download do programa de testes. Se é novato, aqui vão os passos: mkdir testtool (assim fica com os ficheiros separados dos restantes, já que o tar.gz n vem com um directorio definido) cd testtool tar xvfz nomeficheiro.tar.gz ./configure make Neste momento, se não surgiu algum erro pelo meio, deve existir um ficheiro, com o nome 'testtool'. Vamos correr este comando com o parâmetro '-h' ./testtool -h Esperimente alguns dos comandos, para ter a certeza que realmente funciona. Se não conseguir fazer o scan, n há problema. A mim não funcionou, mas depois da instalação 'real', tudo funcionou. Vá então a http://www.mostang.com/sane e faça o download da ultima versão, tanto do backend, como do frontend. Faça o normal tar xvfz nomeficheiro.tar.gz a ambos. Agora chegou o passo realmente importante: o patch do sane, para que suporte o scanner. Se reparar, no directório do testtool, existe um script chamado 'patch- sane.sh', e bastará correr este script, apontando para o directório onde estão as sources do sane-backend, da seguinte forma: ./patch-sane.sh /directorio/onde/esta/sane-backend/ Vai ver aparecerem algumas linhas no ecrã. Agora só tem que ir até ao directório do sane-backend e correr os comandos normais... ./configure make (e como root) make install Próximo passo: compilar os sane-backends... com os mesmo comandos. Aqui chega o momento de experimentar. O 'xscanimage' é bastante simples de usar. Experimente fazer um preview... e pronto... já está. Não referi que tem que estar instalado a 'usb-lib', mas se tem usb instalado no sistema, esta já deve estar disponível. E assim me livrei de vez de tudo o que é Microsoft e Windows, finalmente. Peço desculpa por erros, ou por ter dado os passos um pouco por alto... mas está tudo nos documentos que acompanham os programas. Como escrevi isto à pressa, podem existir erros ortográficos, sintáticos, ou mesmo técnicos. Pelo facto as minhas desculpas. Como ultima nota, uso o Linux 2.2.25. NÃO SOU RESPONSÁVEL POR POSSÍVEIS PROBLEMAS QUE POSSAM SER CAUSADOS PELA UTILIZAÇÃO DESDE DOCUMENTO. USE ESTE DOCUMENTO SOB SUA RESPONSABILIDADE. Etiquetas: bits, linux, softwarelivre, tutoriais
Wine-pt-HOWTO
Hugo Pereira, hugocunhapereira@teleweb.pt v 0.01, 25 de Junho de 2000 1 - Experiência pessoal 1.1 - O que é o wine? O Wine é um programa que permite correr software para windows no Linux 1.2 - Como comecei a usá-lo. Comecei a utilizar o Wine pois existia um programa que adorava, mas não existia versão para Linux. Esse programa é o Free Agent, um cliente de nntp. Actualmente no meu sistema tenho leafnode que alimenta localmente o sistema com newsgroups, e como cliente o Free Agent. 2 - Como obter o Wine? Pode obter o Wine apartir de http://www.winehq.com. Aconselho o descarregamento do código fonte, pois os binários são um pouco lentos. Tal também é válido se a sua distribuição possuir o Wine pré-compilado: essa versão provavelmente já é antiga e lenta, logo deve descarregar a última versão e compilá-la no seu computador. 3 - Como compilar e instalar o Wine? Após ter descarregado o ficheiro wine-????????.tar.gz, descompacte esse ficheiro: # tar xvfz wine-????????.tar.gz (substitua wine-????????.tar.gz pelo nome do ficheiro que descarregou) Entre na directoria que foi criada. Aí dever dar os seguintes comandos: # ./configure # make depend && make # make install Em principio não surgirá nenhum erro. O mais comum é não ter a biblioteca xpm instalada. Procure-a no cd da sua distribuição. 4 - Configurar o Wine O meu objectivo era configurar o wine de modo a correr apartir do meu directório fonte. Para tal criei os seguintes directórios: /home/---/win /home/---/win/windows /home/---/win/windows/system /home/---/win/windows/temp Não possuo o windows instalado no meu sistema. Se o tem numa partição, pode montá-la e correr os programas directamente a partir dessa partição. Aqui está o meu ficheiro .winerc: ----------------- .winerc -------------------- ;; ;; MS-DOS drives configuration ;; ;; Each section has the following format: ;; [Drive X] ;; Path=xxx (Unix path for drive root) ;; Type=xxx (supported types are 'floppy', 'hd', 'cdrom' and 'network') ;; Label=xxx (drive label, at most 11 characters) ;; Serial=xxx (serial number, 8 characters hexadecimal number) ;; Filesystem=xxx (supported types are 'msdos'/'dos'/'fat', 'win95'/'vfat', 'un$;; This is the FS Wine is supposed to emulate on a certain ;; directory structure. ;; Recommended: ;; - "win95" for ext2fs, VFAT and FAT32 ;; - "msdos" for FAT16 (ugly, upgrading to VFAT driver strongly recommended) ;; DON'T use "unix" unless you intend to port programs using Winelib ! ;; Device=/dev/xx (only if you want to allow raw device access) ;; [Drive A] Path=/mnt/fd0 Type=floppy Label=Floppy Serial=87654321 Device=/dev/fd0 [Drive C] Path=/home/hugo/win Type=hd Label=MS-DOS Filesystem=win95 [Drive D] Path=/mnt/cdrom Type=cdrom Label=CD-Rom Filesystem=win95 [Drive E] Path=/home/hugo/win/windows/temp Type=hd Label=Tmp Drive Filesystem=win95 [Drive F] Path=${HOME} Type=network Label=Home Filesystem=win95 [wine] Windows=/home/hugo/win/windows System=/home/hugo/win/windows/system Temp=/home/hugo/win/windows/temp Path=/home/hugo/win/windows;/home/hugo/win/windows/system; /home/hugo/win/window$SymbolTableFile=./wine.sym # [DllDefaults] EXTRA_LD_LIBRARY_PATH=${HOME}/wine/cvs/lib DefaultLoadOrder = native, elfdll, so, builtin [DllPairs] kernel = kernel32 gdi = gdi32 user = user32 commdlg = comdlg32 commctrl= comctl32 ver = version shell = shell32 lzexpand= lz32 mmsystem= winmm msvideo = msvfw32 winsock = wsock32 [DllOverrides] kernel32, gdi32, user32 = builtin kernel, gdi, user = builtin toolhelp = builtin comdlg32, commdlg = elfdll, builtin, native version, ver = elfdll, builtin, native shell32, shell = builtin, native lz32, lzexpand = builtin, native commctrl, comctl32 = builtin, native wsock32, winsock = builtin advapi32, crtdll, ntdll = builtin, native mpr, winspool = builtin, native ddraw, dinput, dsound = builtin, native winmm, mmsystem = builtin msvideo, msvfw32 = builtin, native mcicda.drv, mciseq.drv = builtin, native mciwave.drv = builtin, native mciavi.drv, mcianim.drv = native, builtin w32skrnl = builtin wnaspi32, wow32 = builtin system, display, wprocs = builtin wineps = builtin [options] AllocSystemColors=100 [fonts] ;Read documentation/fonts before adding aliases Resolution = 96 Default = -adobe-times- [serialports] Com1=/dev/ttyS0 Com2=/dev/ttyS1 Com3=/dev/modem,38400 Com4=/dev/modem [parallelports] Lpt1=/dev/lp0 [spooler] LPT1:=|lpr LPT2:=|gs -sDEVICE=bj200 -sOutputFile=/tmp/fred -q - LPT3:=/dev/lp3 [ports] ;read=0x779,0x379,0x280-0x2a0 ;write=0x779,0x379,0x280-0x2a0 [spy] Exclude=WM_SIZE;WM_TIMER; [Registry] ; Paths must be given in /dir/dir/file.reg format. ; Wine will not understand dos file names here... ;UserFileName=xxx ; alternate registry file name (user.reg) ;LocalMachineFileName=xxx ; (system.reg) [Tweak.Layout] ;; WineLook=xxx (supported styles are 'Win31'(default), 'Win95', 'Win98') WineLook=Win95 [programs] Default= Startup= [Console] ;XtermProg=nxterm ;InitialRows=25 ;InitialColumns=80 ;TerminalType=nxterm # ----------------- .winerc -------------------- 5 - Que programas correm no Wine? Já corri no Wine o Free Agent, o Agent, o mIRC, o winamp, o freecell, a diciopédia entre outros. Acho que o Free Agent e a Diciopédia são dois dos programas que melhor correr no Wine. O Wine ainda está numa fase muito inicial de desenvolvimento, mas já é capaz de correr um grande número de aplicações. Seguindo li, correr bastante bem jogos, mas inda não experimentei. ---------------------------------------------- Copyright (C) 2000 Hugo Pereira Este texto é documentação livre, pode ser distribuido, modificado ou traduzido livremente desde que o autor seja notificado. O autor pode alterar a totalidade ou parte do documento sem qualquer aviso prévio. O autor não se responsabiliza por qualquer dano que possa ocorrer pela utilização da informação existente neste documento. Sugestões e críticas para: hugocunhapereira@teleweb.pt Poderá encontrar a última versão deste documento no seguinte endereço: http://sevennet.webhop.org Etiquetas: bits, linux, softwarelivre, tutoriais
Leafnode-pt-HOWTO
Hugo Pereira, hugocunhapereira@teleweb.pt v 0.01, 21 de Junho de 2000 Este documento pretende ser um pequeno guia para aqueles que querem instalar o leafnode no computador de modo a terem um pequeno servidor nntp no computador doméstico. 1 - O que é o Leafnode? O leafnode é um programa (ou melhor, conjunto de programas) que permite puxar as mensagens do servidor de nntp do seu ISP, permitindo-lhe ler newsgroups offline usando o seu programa cliente favorito. 2 - Como obter o Leafnode? Pode efectuar o download a partir de http://www.leafnode.org. Na altura em que este documento estava a ser escrito a última versão era a 1.9.14. 3 - Como instalar o Leafnode? É possível que a sua distribuição já possua este programa, o que torna a instalação muito fácil como (se for um pacote *.rpm): # rpm -i leafnode.rpm Se a sua distribuição não possuir o pacote, pode descarregar o código fonte a partir do endereço referido acima e compilá-lo. Antes de instalar deve certificar-se que não possui nenhum outro servidor de nntp a correr no seu computador. Para tal, num consola ou terminal escreva: $ telnet localhost nntp Se receber uma mensagem de erro significa que não tem nenhum servidor a correr na sua máquina. Caso possua o INN, CNEWS ou qualquer outro, deve desinstalá-lo. Após isso deve editar o ficheiro /etc/inetd.conf e verificar se existe alguma linha começada por nntp. Caso exista de comentá-la. Para comentar basta colocar um # antes da linha. De seguida deve criar um utilizador chamado news (se já não possuir um). Para isso utilize a ferramenta de configuração da sua distribuição, ou então: # adduser news Após ter descarregado o ficheiro deve descompactá-lo. Imaginando que o ficheiro se chama leafnode.tar.gz, deve fazer: # tar xvfz leafnode.tar.gz Deve ter sido criado um directório com o nome "leafnode". Entre nesse directório. Para compilar o leafnode basta fazer: # ./configure # make # make install Para terminar a configuração do leafnode faltam agora apenas dois passos: 1.º Editar o ficheiro /etc/leafnode/config 2.º Editar o ficheiro /etc/inetd.conf (1.º) Entre na directoria /etc/leafnode. Deve existir aí um ficheiro chamado "config.example". Edite-o do seguinte modo: . Na linha onde está "server =" deve colocar o nome do seu servidor, por exemplo: server = scrappy.visi.com . Na linha onde está "expire =" coloque o número de dias que devem ser mantidas as mensagens no disco rígido antes de serem eliminadas. Guarde esse ficheiro com o nome "config" (2.º) Edite o ficheiro /etc/inetd.conf, acrescentando o seguinte (numa só linha): nntpstreamtcpnowaitnews/usr/sbin/tcpd /usr/local/sbin/leafnode Guarde as alterações. Basta agora matar o processo "inetd" e reiniciá-lo: # killall inetd # inetd E pronto, já tem o servidor configurado. Verifique se este responde com: $ telnet localhost nntp Se o servidor responder, significa que tudo correu bem. Efectua agora a ligação à internet. Quando esta estiver estabelecida faça: # /usr/local/sbin/fetchnews O leafnode vai agora receber a lista de newsgroups disponíveis no servidor que especificou no ficheiro /etc/leafnode/config. Quando este terminar de receber a lista entre no seu programa cliente favorito (como o tin, trn, slrn, entre muitos outros) e subscreva os grupos que lhe interessam (não se esqueça de entrar neles). Execute de novo o comando acima. Agora o leafnode vai receber os posts que se encontram nos grupos pretendidos. 4 - O Leafnode necessita de alguma manutenção? O leafnode foi escrito de modo a recuperar após os erros, pelo que em princípio não necessitará de nenhuma manutenção especial, além de correr de tempos em tempos, quando verificar que o programa está a ficar lento, ou o directório /var/spool/news demasiado cheio, acupando espaço em disco, o "texpire": # /usr/local/sbin/texpire 5 - Que cliente devo usar? Tudo depende do gosto. Vou apenas salientar um: se vem do windows, certamante conhece o Free Agent. Este programa ainda não dispõe de versão para Linux, mas utilizando o WINE, um emulador do windows, é possível colocá-lo a funcionar. Aconcelho que seja utilizada a versão 16 bit. -------------------------------- Copyright (C) 2000 Hugo Pereira Este texto é documentação livre, pode ser distribuido, modificado ou traduzido livremente desde que o autor seja notificado. O autor pode alterar a totalidade ou parte do documento sem qualquer aviso prévio. O autor não se responsabiliza por qualquer dano que possa ocorrer pela utilização da informação existente neste documento. Sugestões e críticas para: hugocunhapereira@teleweb.pt Poderá encontrar a última versão deste documento no seguinte endereço: http://sevennet.webhop.org Etiquetas: bits, linux, softwarelivre, tutoriais |